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DETALHES SOBRE O LIVRO

Delinquência, Crime e Adaptação à Prisão

Rui Abrunhosa Gonçalves
Edição:1.ª

ISBN : 972-8535-20-1

396 pp.
23.5
 
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Este livro procura rever alguns dos mais importantes contributos teóricos e de investigação para a explicação do fenómeno criminal sistematizando informação que tende por vezes a estar dispersa e nem sempre acessível ao leitor interessado. Por outro lado, reúne dados para a compreensão do universo prisional e das suas especificidades, centrando-se sobretudo na realidade carceral portugusesa.
Para além do estudo de 1993 sobre a adaptação à prisão, são agora fornecidos novos resultados de investigações realizadas entretanto em Portugal, e onde é dado destaque às diferentes modalidades de adaptação ao cumprimento de pena consoante os crimes cometidos, nomeadamente, os homicídios, os crimes sexuais, os furtos e o tráfico de droga.
O livro termina com algumas interrogações e certezas quanto ao papel dos psicólogos da prisão.




INDICE

PRÓLOGO

PARTE 1 - DELINQUÊNCIA, ANTI-SOCIALIDADE E CRIME

1. QUESTÕES GERAIS

2. O PORQUÊ DAS COISAS
2.1. A Abordagem Biológica
O factor genético
O factor orgânico
2.2. A Abordagem Psicológica
As teorias psicológicas
Os estudos longitudinais
Variáveis da personalidade
2.3. A Abordagem Sociológica
Teorias do desvio cultural
Teorias da anomia
Teorias da aprendizagem social
Teorias do controlo social
Teorias da etiquetagem social
Teorias fenómenológicas
Teorias do conflito
Teoria do poder
2.4. A Abordagem Situacional
O HOMEM COMO SER BIO-PSICO-SOCIAL

PARTE II - A Prissão

1. NASCIMENTO
2. CARACTERÍSTICAS GERAIS
3. OS CONTRIBUTOS DA SOCIOLOGIA DO MEIO PRISIONAL
4. A PRISÃO COMO SUPORTE IDEOLÓGICO
5. AS TRANSFORMAÇÕES DA PRISÃO
6. A PRISÃO COMO SISTEMA ABERTO
7. OS PROBLEMAS DAS PRISÕES
REDESCOBRIR A PFUSAO

PARTE III - A ADAPTAÇÃO À PRISÃO

1. COMPREENDER A ADAPTAÇÃO À PRISÃO
1.1. Origens e Primeiras Definições
1.2. Psicologia
1.3. Psicologia Educacional
1.4. Psicologia Clinica e Psicopatologia
1.5. Psicologia Social
1.6. Psicologia Ambiental
1.7. Teoria dos Sistemas
1.8. Sociologia
1.9. Gofmann, Mahler e Piaget

A ADAPTAÇÃO COMO UM PROCESSO

2. A ABORDAGEM TIPOLOGICA
2.1. Validade das Tipologias
2.2. Medir a Adaptação à Prisão
2.3. Tipologias da Delinquência
A tipologia psicanalítica
Merton e a teoria da anomia
Schrag
Irwin
Sinclair e Chapman
Henderson
2.4. Tipologias da Adaptação à Prisão
Goffmann e as instituições totais
Garabedian
Lefebvre
Megargee e Bohn
Quay
McEwan
Outras tipologias
Conclusão

3. A ADAPTAÇÃO À PRISÃO NO CONTEXTO PORTUGUÊS
O Primeiro Estudo (1988-1990)
O Segundo Estudo (1995-1997)
Adaptação à Prisão e Crime Cometido
Outros Estudos

DA UTILIDADE E DA EFICÁCIA DA PSICOLOGIA NA PRISÃO

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ANEXOS



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Mil Amarras Me Prendem à Vida
Silvia Bonino
Um testemunho corajoso e, ao mesmo tempo, uma reflexão cientificamente rigorosa sobre a doença crónica e as contradições, individuais e sociais, do nosso estilo de vida, sobre os planos que uma pessoa doente consegue, ou não, concretizar nos tempos e da forma desejados. Um olhar sobre as recidivas, o sofrimento, o cansaço, mas também sobre o árduo caminho que a pessoa doente precisa percorrer para aceitar falar de si própria e da sua doença com sinceridade e, ao mesmo tempo, com algum distanciamento. Um livro que procura fundir os conhecimentos teóricos com a experiência pessoal, a ciência com o testemunho, a única forma de analisar verdadeiramente a doença nos seus infinitos aspectos, aqueles que só o doente conhece, e de ir, ao mesmo tempo, muito além da experiência pessoal e irrepetível. Mil amarras que podem ser correntes que limitam o caminho e impedem o desenvolvimento, mas muito mais frequentemente são cordas robustas que nos mantêm ancorados ao mundo e que escalamos para crescer. É neste emaranhado de amarras que nos ligam aos outros, à cultura e à natureza que se desenrola a vida de cada um de nós.
Leia mais...

169 pp.
14.18

O livro é uma criação de esforço solidário, que sai da imaginação do seu autor interpretando o mundo que o rodeia. São horas a trabalhar palavras, a rever textos, traduzindo emoções, impressas com tinta sobre papel ou em formato digital. Ao fazer uma cópia ilícita de um livro ou de um e-book acaba em minutos com a recompensa do seu autor.

Ser genuíno
é ter o Original.
Não à cópia pirata.

 

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